quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Cajuda e o "segredo" para o sucesso
"Eu não sou um especialista do treino, eu sou um gestor de emoções e de comportamentos, que tenta escolher bem os seus colaboradores, porque quanto melhores eles forem, melhor será o trabalho de todos e melhores serão os resultados. Eu não sou nutricionista, mas tenho de escolher um bom nutricionista, eu não sou médico, mas tenho de ter um bom médico, eu não sou preparador físico, mas tenho de escolher um bom preparador."
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Faz assim tão mal ter uns quilinhos a mais?
Até onde iria um Ronaldo com uma composição corporal mais próxima dos valores de referência para futebolistas?
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Apito

terça-feira, 4 de maio de 2010
Conselhos Nutricionais para um Grande Mestre de Xadrez
Vamos descrever, de uma forma geral, alguns aspectos que devem caracterizar a alimentação de um xadrezista em competição:
- Tomar diariamente o pequeno-almoço. Muitos estudos demonstram a importância que um pequeno-almoço adequado tem na performance mental, principalmente em actividades decorrentes na primeira parte do dia.
- A última refeição “principal” antes de um jogo deve ser ingerida cerca de 3 horas antes deste, evitando alimentos “mais pesados” e de digestão mais demorada.
- Durante os jogos é recomendada a ingestão de líquidos e, em certos casos, de alimentos sólidos. Alguns exemplos de boas opções são água mineral, bebidas desportivas, chá, café, barras de cereais, bolachas de água e sal ou torradas e fruta.
- O tipo de alimentos, bem como a quantidade a ingerir, deve ser testada em jogos treino para aferir se o jogador tolera bem a respectiva ingestão. Em relação a estratégias para uma boa hidratação o jogador de ingerir pequenas quantidade de fluidos regularmente, devendo prevenir um estado de sede.
- O uso de suplementos deve ser feito com cuidado, sempre após aconselhamento de um profissional com experiência na Nutrição Desportiva.
É recomendado que os jogadores de elite de Xadrez contem com um acompanhamento científico na área da Nutrição de modo a atingirem os requerimentos alimentares que o Xadrez de alta competição exige.
Fonte: ChessBase.com
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Get Advantage - Ciência para Vencer na Web
sábado, 14 de fevereiro de 2009
III Jornadas de Nutrição no Desporto

As III Jornadas de Nutrição no Desporto constituem um evento de índole científica que pretende reunir profissionais da área da Nutrição Desportiva ou a ela ligados, com reconhecido mérito a nível internacional (ver programa disponibilizado abaixo).

terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Alimentação do Desportista em Período de Férias de Natal: Um Teste ao Profissionalismo?
In Jornal OJOGO, 30 Dezembro de 2006
Nesta altura do ano, é frequente o aparecimento de notícias que visam o estado competitivo no qual os atletas regressam ao trabalho. São muitos os factores que afectam este estado, dos quais se destaca a alimentação.
A alimentação no período de pausa competitiva, ao interferir com as reservas corporais de gordura, acarreta implicações na performance desportiva dos atletas. Neste sentido, deve ser pensada de modo a permitir um “excesso controlado”. Na quadra Natalícia, o risco de um atleta cometer erros alimentares que comprometam o seu rendimento desportivo é elevado, dada a oferta alimentar característica desta fase do ano. Ademais, esse risco será tanto maior quanto menor for o apoio nutricional prestado ao atleta, que incida sobre o impacto da nutrição no rendimento desportivo assim como formas de contornar as más opções alimentares sem tirar o encanto de uma boa mesa de Natal.
A alimentação no período de férias constitui assim um teste ao brio profissional do atleta, sendo que a reprovação neste teste representa menor capacidade competitiva no recomeço da temporada. Citando Joaquin Caparrós, “Um atleta está a treinar quando está a comer, quando está a descansar.”
Entende-se e recomenda-se portanto que os Clubes Desportivos apresentem determinados padrões de exigência no controlo da massa gorda dos seus atletas. No entanto, é importante referir que, para o poderem fazer, devem fornecer aos seus atletas ferramentas que lhes permitam alcançar os objectivos, através de apoio nutricional. Este deve constituir uma política integrada ao longo de toda a época.

Aproveitamos a ocasião para endossar a todos os leitores os sinceros desejos de umas boas festas na entrada do Ano Novo e um Excelente 2009.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Leite: uma nova bebida desportiva?

O leite magro tem um número de características nutricionais que teoricamente o fazem uma potencial bebida de recuperação. Primeiramente, contém hidratos de carbono (lactose) em quantidades similares às encontradas em muitas bebidas desportivas no mercado. Contém caseína e proteínas do soro num ratio de 3:1 o que origina uma lenta digestão e absorção, resultando em elevações sustentadas das concentrações de ácidos aminados no sangue. Finalmente, o leite também tem também altas concentrações de electrólitos, que são naturalmente perdidos pelo suor durante o exercício.
Mais pesquisa será necessária para compreender melhor os mecanismos fisiológicos pelos quais o leite exerce a sua acção após exercício e treino, no entanto, o leite magro mostra-se uma bebida eficaz na promoção da recuperação após o exercício.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Cafeína no Desporto
A cafeína é uma das drogas mais consumidas no mundo. Encontra-se nos grãos de café, folhas de chá, no chocolate, nas sementes de cacau, nas nozes de cola, no guaraná e acrescentado a bebidas gaseificadas.
No meio desportivo, são reconhecidos os benefícios da cafeína na optimização do rendimento do atleta. Em modalidades de tipo endurance, pode ajudar na redução da sensação de fadiga através do aumento da catabolização dos triacilgliceróis musculares e deste modo as reservas de glicogénio não se esgotam tão rapidamente.
Recentemente foi ainda divulgado um estudo onde foi observado que a ingestão de cafeína após a competição também é benéfica na reposição das reservas de glicogénio muscular se esta for ingerida em conjunto com hidratos de carbono.
Apesar deste efeito ergogénico, a cafeína foi retirada em 2004, da lista de substâncias proibidas pela Agência Mundial de Antidopagem. Temeu-se um aumento significativo do consumo desta substância pelos atletas, o que se verificou nalgumas modalidades como por exemplo no râguebi. Apesar dos efeitos secundários que possam advir do seu excessivo consumo já existem no mercado comprimidos de cafeína bem como bebidas destinadas a desportistas que incluem cafeína.
Actualmente, há quem defenda a proibição da cafeína no desporto. Fará sentido?
terça-feira, 7 de outubro de 2008
De volta...
Antes de mais, as nossas desculpas pela ausência prolongada. É com muita vontade que voltamos a escrever…

quinta-feira, 21 de junho de 2007
A nutrição no Real Madrid
ao se aproximar o final do ano lectivo chegam os exames. Assim, diminui a nossa disponibilidade e o nosso tempo para dedicar ao blog, bem como para responder aos mails que nos têm mandado para dep.nutricao_desporto@hotmail.com.
No entanto continuem a visitar-nos e a mandar as vossas dúvidas porque sempre que tivermos oportunidade iremos publicando posts a fim de darmos continuidade a este nosso "projecto" para dar visibilidade e mostrar a importância do Nutricionista no desporto.
Deixamos mais uma notícia de um bom exemplo de um caso de sucesso ao mais alto nível, da Dr. Patricia Teixeira, nutricionista brasileira que Vanderlei Luxemburgo levou para o Real Madrid.

O PODER DOS ALIMENTOS
FIFA.com
“Creio que a nutrição é muito importante porque o rendimento de um jogador depende fundamentalmente do descanso, o treinamento e a competição, e além disso da energia que tem o jogador. Temos que reeducar os esportistas com o objetivo de otimizar seu rendimento e suas atuações. E no só isso. Uma boa nutrição pode ajudar-lhes a prevenir lesões, e obviamente uma melhor atuação individual repercute na obtenção de melhores resultados coletivos”, defende com paixão, Patrícia.
Não parece fácil estar entre jogadores como Raúl, Becham ou Ronaldo para impôr receitas de alimentação. “Na carreira nos ensinam um pouco de psicologia”, diz com um sorriso. “Além disso deve saber até onde pode exigir ou pedir algo. Com os 5 anos de experiência e os resultados que tive, os jogadores respeitam muito meu trabalho. Eles sabem que é para seu bem, que vai ajudar a melhorar e cumprem, uns mais outros menos. Pouco a pouco vai mudando hábitos e isto é o importante”. A chave é não exigir, mas propôr. E nada de broncas no caso de deslizes no cumprimento das recomendações. Apenas demonstrar as melhorias que as recomendações podem trazer.
Para ver noticia completa clicar no título do post: "A nutrição no Real Madrid"
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Falta de nutricionistas deixa futebolistas entregues ao seu apetite

domingo, 3 de junho de 2007
III Congresso Internacional de Futebol
Foram discutidos vários temas ligados ao mundo do futebol, por profissionais de elevada referência no panorama nacional. Treinadores como Jesualdo Ferreira, Toni, Carlos Carvalhal e José Gomes abriram as portas do treino e demonstraram quais os seus segredos tácticos.
Além de tácticas, outros temas foram abordados, como a medicina desportiva, a arbitragem e a formação de novos talentos que tão bons resultados têm dado em Portugal ultimamente.

É de louvar, a discussão neste congresso, da alimentação ligada ao futebol e os seus proveitos no rendimento do futebolista, tendo a plateia ficado com uma pequena noção da importância do nutricionista no desporto.
Discutiu-se a temática da hidratação desportiva, apresentado pelo Mestre Basil Ribeiro do departamento médico do Leixões Sport clube e da equipa de ciclismo do Sport Lisboa e Benfica.
Também foram abordadas as recomendações alimentares para maximizar a performance desportiva do árbitro de futebol pela nutricionista Dr. Liliana Gonçalves.
A terminar o congresso, ficaram reservadas duas excelentes apresentações nas quais foram demonstradas de forma inequívoca a importância da nutrição no futebol moderno onde a condição física do atleta é de extrema importância.
O Professor Dr. José Soares, docente catedrático da faculdade de desporto da Universidade do Porto discutiu sobre a fisiologia aplicada no treino do futebolista enquanto que o Mestre Vítor Hugo Teixeira, docente da faculdade de ciências da nutrição e alimentação da Universidade do porto, dissertou acerca do tema “Nutrição e futebol”.
Este congresso também ficou marcado por uma intervenção de luxo do Dr. Leandro Massada. O médico, que colabora com o FC Porto, deixou toda a gente espantada com a forma directa e humorística como abordou o tema encarregue de debater: a traumatologia do desporto.
Gostaríamos de felicitar a organização pelos excelentes temas escolhidos, bem como seus palestrantes, esperando que o próximo congresso consiga atingir pelo menos o mesmo êxito.
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Meios ergogénicos: vantagem na performance ou “presente envenenado”?

Os meios ergogénicos são produtos ingeridos com o objectivo de melhorar a performance desportiva. Já existem alguns estudos que ao analisarem a composição destes produtos chegam às conclusões que: estes têm substâncias diferentes das mencionadas nos rótulos, que existe uma grande variabilidade de produto para produto e muitos nem têm informação dos ingredientes. Existem então 3 pontos determinantes para a avaliação da validade científica dos meios ergogénicos:
As quantidades e a composição são as que são utilizadas nos estudos científicos?
Os efeitos referidos pela bula são os referidos pela literatura?
Os efeitos descritos são úteis para o desporto a que se destinam?
Em conclusão e segundo várias associações de nutrição e de desporto estas substâncias devem ser usados com cautela, e apenas após uma avaliação cuidada do produto para segurança, eficácia, potência e para a detecção da presença ou não de substâncias ilegais. Será um aconselhamento nutricional ministrado por um especialista em nutrição e fornecido depois de uma análise cuidada da saúde, alimentação, suplementação e necessidades energéticas do desportista.
domingo, 27 de maio de 2007
Álcool: moderação até nos festejos…

Temos o exemplo do Sport Lisboa e Benfica que na época 2004/2005 conquistou o campeonato nacional e esteve presente na final da Taça de Portugal. Após onze anos o Benfica conquistava novamente o título e a euforia era generalizada. Na semana entre a conquista do campeonato e a final da Taça muitos dos jogadores da equipa foram notícia em jornais e revistas, vistos nas discotecas de Lisboa, com alguns excessos. O Benfica perdeu a final da Taça com uma equipa teoricamente inferior, o Setubal.
domingo, 20 de maio de 2007
Hidratração em desportos aquáticos
Uma parte destes atletas tem noção que não ocorre transpiração enquanto realizam exercícios dentro do meio aquático não havendo necessidade de se hidratarem.

No entanto, um estudo realizado em atletas de hóquei subaquático e pólo aquático (Costa, Ignacio A. Petruccelli, Fernando. La Deshidratación en los Trabajos Aeróbicos de Natación. PubliCE Standard. 28/01/2005. Pid: 424) demonstrou que a perda de água nestas atletas não pode ser negligenciável. Em exercícios de intensidade de 100% (800 m) verificou-se uma perda de 0,8% +/- 0,1 do peso corporal enquanto que exercícios de intensidade de 80% (1700 m) pode levar a perdas de cerca de 1% +/- 0,2 do peso corporal do atleta.
É necessário sensibilizar atletas e técnicos envolvidos neste tipo de desportos aquáticos da importância da hidratação destes atletas. Como sugestões, podem-se dispor garrafas de água ou bebidas energéticas ao longo da piscina para serem utilizadas em momentos de pausa de jogos colectivos. Ter em atenção também os intervalos que antecedem cada série de natação, aproveitando o momento para se hidratarem.
sábado, 12 de maio de 2007
O estado imune e a saúde dos desportistas
Tal como o “pantera negra”, todos os desportistas de alta competição, sujeitos a exercício físico intenso, apresentam uma depressão do sistema imunitário, estando mais sujeitos ao aparecimento de infecções, nomeadamente no trato respiratório superior. As causas que provocam esta imunodepressão são multifactoriais, dentro das quais se inclui, com uma importância acrescida, um regime alimentar desequilibrado. Deficiências dietéticas de energia, proteínas e micronutrientes específicos estão então associadas uma função imune deprimida e a uma maior susceptibilidade a infecções.

Recomendações gerais para a manutenção da função imune dos atletas:
· ingestão de uma dieta suficientemente equilibrada para ir de encontro às suas necessidades energéticas.
· consumir 30 a 60 gramas de hidratos de carbono na forma de bebida durante exercício prolongado parece atenuar efeito imunossupressores do mesmo exercício.
· dietas muito ricas em gorduras prejudicam alguns aspectos da função imune celular.
· em atletas com dietas de restrição energética é vantajosa uma suplementação vitamínica.
· ingestão adequada de ferro, zinco, vitaminas A, C, E, B6 e B12, no entanto…
· o consumo de megadoses de vitaminas e minerais não é aconselhável, já que excesso de certos micronutrientes deteriora a função imune.
· a suplementação em antioxidantes poderá ser, ou não vantajosa. Por um lado diversos estudos têm demonstrado o efeito protector contra os danos no músculo induzidos pelos radicais livres que se verifica após a suplementação dos principais antioxidantes, no entanto, outros estudos demonstram que um desportista tem os seus mecanismos antioxidantes endógenos aumentados, pelo que a suplementação se mostra desnecessária.
· diversas evidencias sugerem a glutamina como um ácido aminado imunoestimulante. Também a suplementação de ácidos aminados de cadeia ramificada está associada ao melhoramento da função das células imunitárias, para além contribuir para a manutenção dos níveis plasmáticos de glutamina após o exercício.
Nota: O uso de suplementos deve acontecer apenas em casos específicos e em último recurso e sempre pela recomendação do nutricionista.
Queremos então demonstrar que a alimentação de um atleta tem que ser encarada de uma forma muito séria, rigorosa e profissional, já que para além da performance desportiva esta pode condicionar muitos outros aspectos da sua vida.




